MOTONÁUTICA: Acção de Formação da Fórmula Futuro
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Integrado no programa deste Grande Prémio realizou-se no sábado (26) uma acção da Fórmula Futuro que contou com a participação de cerca de 20 inscritos, dos ...
Parlamento Grego aprova plano de austeridade
Posted on 2/13/2012 by luis.costa@unitedphotopressworld.org
A Grécia aprovou, cinquenta minutos após a hora
prevista do início da votação, o memorando de entendimento com a Troika,
que define um novo pacote de austeridade, condição para Atenas receber o
segundo resgate, que livra o país da bancarrota.
Os deputados do Parlamento grego votaram às 22h50 de Lisboa (00h50 de segunda-feira, em Atenas) o novo plano de austeridade que a Troika - composta pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), da União Europeia (UE) e do Banco Central Europeu (BCE) - exige como condição para o país receber um segundo pacote de resgate, de 130 mil milhões de euros, sem o qual irá à bancarrota.
O país necessita de financiamento até 20 de março, quando tem de reembolsar 14,5 mil milhões de euros aos credores de dívida pública.
O documento inclui um novo calendário de privatizações e planos de reformas estruturais ao nível fiscal e no sistema de justiça e define a meta de um défice orçamental primário inferior a 2,06 mil milhões de euros em 2012, para chegar ao final de 2013 com um excedente primário de, pelo menos, 3,6 mil milhões de euros, que deverá subir para 9,5 mil milhões de euros, em 2014.
O pacote de austeridade prevê, entre outras medidas, colocar 15 mil funcionários públicos numa reserva de trabalho, pagos a 60% do salário-base, antes de serem demitidos depois de um ano ou dois.
Prevê ainda o corte de 22% do salário mínimo e diminuir as pensões e pensões complementares de maior valor de forma a poupar 300 milhões de euros, para além de outras medidas.
INFO: www.oje.pt / Lusa
Os deputados do Parlamento grego votaram às 22h50 de Lisboa (00h50 de segunda-feira, em Atenas) o novo plano de austeridade que a Troika - composta pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), da União Europeia (UE) e do Banco Central Europeu (BCE) - exige como condição para o país receber um segundo pacote de resgate, de 130 mil milhões de euros, sem o qual irá à bancarrota.
O país necessita de financiamento até 20 de março, quando tem de reembolsar 14,5 mil milhões de euros aos credores de dívida pública.
O documento inclui um novo calendário de privatizações e planos de reformas estruturais ao nível fiscal e no sistema de justiça e define a meta de um défice orçamental primário inferior a 2,06 mil milhões de euros em 2012, para chegar ao final de 2013 com um excedente primário de, pelo menos, 3,6 mil milhões de euros, que deverá subir para 9,5 mil milhões de euros, em 2014.
O pacote de austeridade prevê, entre outras medidas, colocar 15 mil funcionários públicos numa reserva de trabalho, pagos a 60% do salário-base, antes de serem demitidos depois de um ano ou dois.
Prevê ainda o corte de 22% do salário mínimo e diminuir as pensões e pensões complementares de maior valor de forma a poupar 300 milhões de euros, para além de outras medidas.
INFO: www.oje.pt / Lusa
